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	<title>Borba on Software &#187; cmmi</title>
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	<description>Desenvolvendo Software com Qualidade.</description>
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		<title>Codificação é Commodity?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 19:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<description><![CDATA[Ouvi uma coisa no início dessa semana que não saiu da minha cabeça: "codificação é commodity". E aí? Será que é mesmo? Quando usamos o termo commodity para serviços deve ser necessário que as empresas tenham uma certa uniformidade em relação a prestação deste serviço. Por exemplo, enviando uma especificação para duas "fábricas" de software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://borba.blog.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/commodity-corn.jpg"><img class="size-full wp-image-187 aligncenter" title="commodity corn" src="http://borba.blog.br/wordpress/wp-content/uploads/2010/08/commodity-corn.jpg" alt="" width="580" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Ouvi uma coisa no início dessa semana que não saiu da minha cabeça: <strong>"codificação é <em>commodity</em>"</strong>. E aí? Será que é mesmo?</p>
<p>Quando usamos o termo <em>commodity</em> para serviços deve ser necessário que as empresas tenham uma certa uniformidade em relação a prestação deste serviço. Por exemplo, enviando uma especificação para duas "fábricas" de software espera-se que ambas entreguem o mesmo produto (com poucas diferenças) e mais ou menos no mesmo prazo. Em um cenário assim, a escolha do fornecedor vai depender primordialmente do preço. Vamos escolher a "fábrica" que cobrar mais barato. Para fortalecer ainda mais este conceito, temos certificações como o MPS.BR e CMMI que servem para classificar os fornecedores. Imagina-se então que duas empresas que são CMMI nível 5 devem produzir mais ou menos a mesma coisa no mesmo prazo e portanto, posso escolher a que me cobrar mais barato. Você realmente acredita nisso?</p>
<p>Diferentemente de como muita gente pensa, codificação não é uma atividade mecânica. Não existe nenhuma máquina em que você coloque as especificações em um buraco e saia o software pronto do outro lado. Arquiteturas, especificações, <em>designs </em>são modelos meramente teóricos. Nenhum arquiteto ou projetista pode garantir que aqueles esquemas irão funcionar. Para saber se vai funcionar o sistema tem estar codificado e rodando. Na prática esses modelos teóricos ajudam a estruturar o problema e definir as soluções em um nível mais abstrato, mas durante a implementação é que os detalhes emergem e as decisões finais são tomadas. Não sendo uma atividade mecânica que dizer então que não pode se considerar uma <em>commodity</em>? Acho que não, outros fatores devem ser analisados como por exemplo o desempenho dessa "indústria".</p>
<p>E como está o desempenho dessa "indústria"? Basta dar uma olhada no resultado do CHAOS Report (relatório anual do desempenho dos projetos de desenvolvimento de software feito pelo Standish Group). Em 2009 apenas 32% dos projetos de software foram considerados plenamente bem sucedidos. Como uma "indústria" com desempenho tão ridículo pode oferecer um serviço considerado <em>commodity</em>?</p>
<p>Cuidado, se você vai contratar uma empresa de desenvolvimento de software não olhe apenas para o preço. Fazer software é muito difícil e muito pouca gente sabe. Procure uma empresa que tenha um portfólio de sucessos. Não acredite apenas nessa bobagem de certificações, isso não vale nada. Tratar desenvolvimento de software como <em>commodity</em> só vai trazer dor de cabeça e prejuízo.</p>
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		<title>Entenda os príncipios por trás das práticas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 00:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
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		<description><![CDATA[Como todo mundo já percebeu, Scrum virou moda. A maioria das empresas dizem que usam Scrum, porém poucas são REALMENTE ágeis. A principal razão pela qual isso acontece é porque as pessoas dessas empresas ainda não assimilaram os príncipios que estão por trás dos métodos ágeis. O entendimento e a adoção desses príncipios são fundamentais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como todo mundo já percebeu, Scrum virou moda. A maioria das empresas dizem que usam Scrum, porém poucas são REALMENTE ágeis. A principal razão pela qual isso acontece é porque as pessoas dessas empresas ainda não assimilaram os príncipios que estão por trás dos métodos ágeis. O entendimento e a adoção desses príncipios são fundamentais para ter sucesso com Scrum. Acredito que esse fenômeno aconteceu de forma similar com a adoção do RUP. Aqui está o material de uma apresentação que fiz sobre esse assunto.</p>
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