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	<title>Borba on Software &#187; Métricas</title>
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	<description>Desenvolvendo Software com Qualidade.</description>
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		<title>As 2 Leis de Borba – Parte 2 &#8211; Sua aplicação a modelos de negócios</title>
		<link>http://borba.blog.br/2012/05/as-2-leis-de-borba-parte-2-sua-aplicacao-a-modelos-de-negocios/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 12:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[customer development]]></category>
		<category><![CDATA[lean startup]]></category>
		<category><![CDATA[modelos de negócio]]></category>
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		<description><![CDATA[No primeiro post desta série, enunciei as 2 Leis de Borba para Arquitetura de Software, neste post vamos ver como essas leis se aplicam a modelos de negócios. Primeira Lei de Borba para Modelos de Negócio: "Todo Modelo de Negócio está Errado." Um modelo de negócio não vale nada enquanto está só no papel. Somente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a title="As 2 Leis de Borba – Parte 1" href="http://borba.blog.br/2012/04/as-2-leis-de-borba-parte-1/" target="_blank">primeiro post desta série</a>, enunciei as 2 Leis de Borba para Arquitetura de Software, neste post vamos ver como essas leis se aplicam a modelos de negócios.</p>
<p>Primeira Lei de Borba para Modelos de Negócio: <strong>"Todo Modelo de Negócio está Errado."</strong></p>
<p>Um modelo de negócio não vale nada enquanto está só no papel. Somente um negócio funcionando e gerando receita pode provar o valor do modelo. Não adianta passar meses elaborando o modelo mais maravilhoso do mundo, e apenas mostrar aos amigos. Enquanto não existir um negócio rodando e sendo usado por usuários (clientes) de verdade, você ainda estará na estaca zero.</p>
<p>Agora digamos que eu tenha lançado o meu produto, baseado em um modelo de negócios que foi desenvolvido utilizando as metodologias de<em> <a title="Como criar uma startup: Capítulo 5 – Customer Development e Lean Startup" href="http://borba.blog.br/2011/06/como-criar-uma-startup-capitulo-5-customer-development-e-lean-startup/" target="_blank">Customer Development </a></em><a title="Como criar uma startup: Capítulo 5 – Customer Development e Lean Startup" href="http://borba.blog.br/2011/06/como-criar-uma-startup-capitulo-5-customer-development-e-lean-startup/" target="_blank">e</a><em><a title="Como criar uma startup: Capítulo 5 – Customer Development e Lean Startup" href="http://borba.blog.br/2011/06/como-criar-uma-startup-capitulo-5-customer-development-e-lean-startup/" target="_blank"> Lean Startup</a> </em>e que conseguiu atingir o <em>product/market fit</em> e está gerando receita. Consegui finalmente provar que meu modelo de negócios funciona, porém neste caso se aplica a segunda lei...</p>
<p>Segunda Lei de Borba para Modelos de Negócio: <strong>"Todo Modelo de Negócio definido e que comprovadamente funciona, estará errado em breve"</strong></p>
<p>Tudo muda o tempo todo. Pessoas mudam, usuários mudam, clientes mudam. Lembre-se que depois de lançado seu <a href="http://borba.blog.br/2012/01/um-produto-pra-chamar-de-seu/" target="_blank">produto não é mais seu</a>, é de seus usuários. Se você não conseguir adaptar seu sistemas às mudanças do ambiente, será extinto. A seleção natural de Darwin funciona aqui também.</p>
<p>Exemplos não faltam. Vejam por exemplo o que aconteceu com o Myspace, que era líder das redes sociais, mas foi exterminada pelo Facebook porque não soube se reinventar e lidar com o novo concorrente. Nokia, RIM e Yahoo são exemplos de empresas dominantes em outros tempos e que hoje estão atoladas em prejuízos com dificuldades para reagir.</p>
<p>O problema é ainda mais grave hoje, porque a frequencia de aparecimento de inovações disruptivas está aumentado a cada dia. Olhem esse gráfico que mostra a média de tempo de vida das 500 principais empresas do mundo.</p>
<p><a href="http://borba.blog.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/c6dde342-f7ef-412a-9bc8-f3060b1230a8.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-545" title="Average Lifetime of S&amp;P 500 " src="http://borba.blog.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/c6dde342-f7ef-412a-9bc8-f3060b1230a8.jpg" alt="" width="475" height="316" /></a></p>
<p>As principais empresas do mundo estão cada vez mais jovens. As grandes empresas normalmente são mais pesadas para se mover, para se reinventar e estão sendo sucedidas por empresas novas, criativas e ágeis. Poucas grandes empresas conseguem se reinventar e permanecer relevantes, mas temos nobres exceções como a IBM e a Siemens.</p>
<p>A melhor forma de enfrentar esse tipo de situação é monitorar sempre o que está acontecendo, no seu empreendimento e no mercado.</p>
<p>Dicas:</p>
<ul>
<li>Conheça seu cliente e seu mercado</li>
<li>Acompanhe de perto as mudanças e sempre procure inovar em seu segmento</li>
<li>Não tenha receio em canibalizar parte do seu negócio, as vezes é necessário</li>
<li>Mantenha sua empresa ágil</li>
</ul>
<p>Esteja disposto e preparado a mudar sempre. Não seja um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dod%C3%B3" target="_blank">Dodô</a>.</p>
<div></div>
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		<title>As 2 Leis de Borba &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://borba.blog.br/2012/04/as-2-leis-de-borba-parte-1/</link>
		<comments>http://borba.blog.br/2012/04/as-2-leis-de-borba-parte-1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 13:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agile]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Startups]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[continuous deployment]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
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		<description><![CDATA[No ano passado preparei uma aula sobre Arquitetura de Software para a turma de mestrado do CIN/UFPE. O fio condutor da aula era a desmistificação do conceito de arquitetura, oferecendo uma abordagem mais pragmática. Ao invés de uma arquitetura torre de marfim, cheio de diagramas e regras, apresentei uma opção evolutiva, incremental e flexível. Durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano passado preparei uma <a title="Arquitetura Pragmática" href="http://borba.blog.br/2011/04/arquitetura-pragmatica/" target="_blank">aula</a> sobre Arquitetura de Software para a turma de mestrado do CIN/UFPE. O fio condutor da aula era a desmistificação do conceito de arquitetura, oferecendo uma abordagem mais pragmática. Ao invés de uma arquitetura torre de marfim, cheio de diagramas e regras, apresentei uma opção evolutiva, incremental e flexível. Durante a preparação do material tive um <em>insight</em> interessante, que se transformou nas 2 Leis de Borba para Arquitetura de Software.</p>
<p><a href="http://borba.blog.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/Newtons_laws_in_latin.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-526" title="Newton's laws in latin" src="http://borba.blog.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/04/Newtons_laws_in_latin.jpg" alt="" width="296" height="461" /></a></p>
<p>Primeira Lei de Borba para Arquitetura de Software: <strong><em>"Toda a Arquitetura definida está errada."</em></strong></p>
<p>Uma arquitetura definida não vale nada enquanto não construimos um sistema em cima dela. Somente um sistema rodando em produção pode provar o valor da arquitetura. Não adianta passar meses elaborando a arquitetura mais maravilhosa do mundo, implementando apenas código de infraestrutura, porque enquanto não existir um sistema rodando e sendo usado por usuários de verdade, você ainda estará na estaca zero.</p>
<p>Agora digamos que eu tenha lançado o meu produto, baseado em uma arquitetura definida e tenho pessoas usando de forma satisfatória o meu sistema. Consegui finalmente provar que minha arquitetura funciona, porém neste caso se aplica a segunda lei...</p>
<p>Segunda Lei de Borba de Arquitetura de Software: <em><strong>"Toda Arquitetura definida e que comprovadamente funciona, estará errada em breve"</strong></em></p>
<p>Tudo muda o tempo todo. Pessoas mudam, negócios mudam e consequentemente empresas mudam e requisitos mudam. Lembre-se que depois de lançado seu <a title="Um produto pra chamar de seu" href="http://borba.blog.br/2012/01/um-produto-pra-chamar-de-seu/" target="_blank">produto não é mais seu</a>, é de seus usuários. Se você não conseguir adaptar seu sistemas às mudanças do ambiente, será extinto. A seleção natural de Darwin funciona aqui também.</p>
<p>A melhor forma de enfrentar esse tipo de situação é adotar uma abordagem evolutiva. Defina e construa sua arquitetura/infraestrutura a medida que for construindo seu sistema. Instale seu sistema o mais rápido possível e aprenda com seus usuários.</p>
<p>Dicas:</p>
<ul>
<li>Crie uma solução de baixo acoplamento e alta coesão, para facilitar as mudanças</li>
<li>Use TDD para poder integrar o novo código de forma mais rápida e econômica</li>
<li>Utilize <em>design</em> incremental</li>
<li><em>Refactoring</em> sempre</li>
<li>Crie uma estrutura para fazer (ou desfazer) <em>deployments</em> na maior frequencia possível (Facebook <a href="https://www.facebook.com/photo.php?v=10100259101684977" target="_blank">faz 5 vezes por semana</a>)</li>
<li>Colete <a href="http://www.fourhourworkweek.com/blog/2009/05/19/vanity-metrics-vs-actionable-metrics/" target="_blank">métricas</a> para aprender com seus usuários e tomar decisões baseadas em dados reais</li>
</ul>
<p>Esteja disposto e preparado a mudar sempre. Não seja um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dod%C3%B3" target="_blank">Dodô</a>.</p>
<p>O mais importante é que a aplicabilidade dessas leis não se limitam ao contexto de Arquitetura de Software. mas isso é assunto para o próximo post desta série.</p>
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		<title>Métricas em Desenvolvimento de Software e BI</title>
		<link>http://borba.blog.br/2009/04/metricas-em-desenvolvimento-de-software-e-bi/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 23:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Borba</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métricas]]></category>
		<category><![CDATA[bi]]></category>
		<category><![CDATA[data mart]]></category>
		<category><![CDATA[kettle]]></category>
		<category><![CDATA[pentaho]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou participando aqui no trabalho do ajuste do data mart de projetos. Esse trabalho me fez lembrar de uma apresentação que fiz no Developer's World 2004: "Métricas em Fábricas de Software" ou "Tudo o que você sempre quis saber sobre o seu projeto mas tinha medo de perguntar". Tudo evolui tão rápido na nossa área, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-80" title="metrics" src="http://borba.blog.br/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/metricsmeasurecorrectly.gif" alt="metrics" width="381" height="305" />Estou participando aqui no trabalho do ajuste do data mart de projetos. Esse trabalho me fez lembrar de uma apresentação que fiz no Developer's World 2004: "Métricas em Fábricas de Software" ou "Tudo o que você sempre quis saber sobre o seu projeto mas tinha medo de perguntar".</p>
<p>Tudo evolui tão rápido na nossa área, que normalmente essas apresentações antigas ficam facilmente obsoletas, mas dando uma olhada nessa, achei que as perguntas ainda são bem relevantes e interessantes. Cá pra nós eu odeio mesmo o título oficial, não suporto o termo "Fábrica de Software". Fábrica dá uma conotação próxima a manufatura, que não representa de forma alguma o conceito de desenvolvimento de software.</p>
<p>De qualquer forma, estou querendo chamar a atenção para as ferramentas que estamos usando para implementar nosso data mart de projetos. Estamos usando uma suite open source chamada <a href="http://www.pentaho.org/">Pentaho</a>. Plataformas de BI normalmente são complexas e muito caras, mas a ferramenta de ETL do pentaho (Kettle ou Pentaho Data Integration) é muito boa. Tem seus pequenos problemas de interface mas em termos de funcionalidades é bastante poderosa. Me irrita bastante quando as pessoas precisam fazer um trabalho específico e não usam a ferramenta adequada, por isso quando precisar criar um data warehouse ou mesmo quando for fazer uma migração de um banco para outro, utilize uma ferramenta de ETL, e em especial considere utilizar o Kettle. Você vai ganhar muito tempo...</p>
<p>Para curtir um pouco a nostalgia, aqui está a apresentação de 2004.</p>
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